É outro nome para graxistas, lambe-botas e afins… Já começa a encher o saco tantos casos desses no meu “local de trabalho”… Incrível como conseguem subverter os “patrões” a fazerem o que mais lhes convém… E como pode o “patrão” protestar se foi ele que fez o trabalho? Não pode fazer mais nada a não ser avaliar pela positiva e bem alta para não ficar mal visto ao resto dos “empregados” que sabem bem o que se passa… E que podem os outros “empregados” fazer? Nada… Se fizerem algo serão imediatamente considerados invejosos do sucesso do seu colega! Mas certos “patrões” fazem-no de forma declarada porque adoram ser bajulados, outros por pura inocência convencidos de que estão a ajudar ao desenvolvimento pessoal do “empregado”…A sua forma de actuação é variável dependendo do tipo de “patrão”. Com o que gosta de ser bajulado, rodeiam-no por todos os lados de forma a evitar a intromissão de qualquer “empregado” não lambe-botas que possa perturbar o equilíbrio e assim ficam até obterem o que pretendem ou até acabar o tempo. Com o outro tipo de “patrão” aliciam-no até ao seu covil com uma demonstração de interesse duvidoso e agarram-no assim que ele cai ao covil e só muito dificilmente o libertam.
Acontecendo isto por diversas vezes, começa-se a notar uma certa divisão do grupo de “empregados” abutres e dos restantes totós que estão de pés e mãos atados e que pouco podem fazer a não ser ficar frustrados por serem prejudicados por esta escumalha…
Como diz o outro: “A vida é para os espertos”… Cada vez mais me convenço de que isto é bem verdade…

1 comentário:
Enfim... c'est la vie!
Em todo o lado os há e muitas vezes nem é preciso de olhar com grande atenção.
Este fim-de-semana vi um documentário na 2; a dada altura lá se conclui que o nosso cérebro, com as dimensões médias da espécie, está concebido para co-habitar em grupos não superiores a 150 (pessoas). A afirmação está completamente fundamentada e, a meu ver, pode explicar uma coisa tão simples como esta: não fomos feitos para passar bem por tanta pressão dos outros, dos patrões, dos amigos, dos media... vamo-nos acotovelando a tentar arranjar o nosso lugar ao sol; pelo meio perdemos consciência, humanidade e emoções. Tornamo-nos abutres... ou carcaças! Passar ao lado é que não dá!
Eu ainda vou acreditanto que as pessoas, no fundo, são boas... mas vê-se tanta coisa inexplicável...
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